Primeiro post das minhas bugingangas

Ai como eu estava sentindo falta daqui!


Acontece que estava um tanto muito atolada. trabalho, faculdade...uow...tudo isso me deixando maluca. Hoje reuni forças pra postar minha primeira arte. não via hora de colocá-la por aqui. Tudo feito com muito, mas muito carinho. Espero que vocês gostem!!


2º semestre de Publicidade e Propaganda e eu não podia chegar com um caderno comum. Na verdade não sou muito chegada nos cadernos convencionais. E tive a idéia de forrar meu caderno. ÓTIMO!!! mas kd pano? 
no...no..no...
Achei um vestido meu floral, esse verdinho que ta aí na capa. Peraí...
não rasguei meu vestido só pra fazer uma capa. Na verdade ele era longo, mas acho que dei uma crescida e ficou na canela. resolvi deixa-lo acima do joelho e usar o restante pra o meu caderninho...
as florzinhas fiz com uns pequenos panos que minha mãe guardava por aqui. 

Resultado: 
beijinhos dalore.

O blog de cara nova

Ei meu povo...

Logo, logo o blog ta de cara nova. 
Tô vendo umas coisinhas bem fofinhas. Pensando primeiro em mudar o nome, layout, colocar um pouquinho das minhas pinturas...
deixar um pouquinho mais a minha cara!!!!

hehehehehehe....

daqui alguns dias, tô de volta.

beijos.

Feliz pra cachorro



Pensa numa criatura  que anda feliz para cachorro
Mas pensa assim num cachorro pra lá de feliz
Desde que te vi
Que o chão não tem fundo, que o céu não tem forro, cantarolo e morro de rir

Todo feliz como um gol numa Copa do Mundo
No fim do segundo tempo da prorrogação
Desde que te vi é farra pra tudo, tem funk no morro do fundo do meu coração

Tão raro de se ver
Param pra dizer para eu ser feliz para lá
Peraí o que é que há
Quero ver quem vai me impedir de sorrir do Pari até o Pará

Pensa numa criatura que anda contente pra burro
Mas pensa um burro contente que nem um sagui
Desde que te vi, parei de dar murros em ponta de faca, deu caca eu dou urros de rir

Ando contente que nem são os gols de chaleira
A zaga inteira batida e o goleiro no chão
Desde que te vi, não tenho enjoeira, nem segunda-feira ou canseira no meu coração


(5 a Seco - Feliz pra cachorro)

O dilvã

Caio Fernando Abreu


“A gente finge que arruma o guarda-roupa, arruma o quarto, arruma a bagunça. Tira aquele tanto de coisa que não serve, porque ocupar espaço com coisas velhas não dá. As coisas novas querem entrar, tanta coisa bonita nas lojas por aí. Mas a gente nunca tira tudo. Sempre as esconde aqui, esconde ali, finge para si mesmo que ainda serve. A gente sabe. Que tá curta, pequeno, apertado. É que a gente queria tanto. Tanto. Acredito que arrumar a bagunça da vida é como arrumar a bagunça do quarto. Tirar tudo, rever roupas e sapatos, experimentar e ver o que ainda serve, jogar fora algumas coisas, outras separar para doação. Isso pode servir melhor para outra pessoa. Hora de deixar ir. Alguém precisa mais do que você. Se livrar. Deixar pra trás. Algumas coisas não servem mais. Você sabe. Chega. Porque guardar roupa velha dentro da gaveta é como ocupar o coração com alguém que não lhe serve. Perda de espaço, tempo, paciência e sentimento. Tem tanta gente interessante por aí querendo entrar. Deixa. Deixa entrar: na vida, no coração, na cabeça.“

(Caio Fernando Abreu)

Cordel de Natal

Esse vídeo narra o evento que dividiu a história em duas eras: o nascimento de Jesus. A história é contada valorizando as raízes culturais e regionais. A poesia nos encanta e é veículo de uma mensagem simples, real e profundamente transformadora






Do site: http://iptubarao.wordpress.com/2010/01/31/cordel-de-natal/

Catavento



O vento que sopra refresca a alma
Trazendo um cheiro de terra molhada
Ilumina o corpo que inteiro saltita
Piruetas, remexos, estrelas amigas

Meninos correndo, famílias em festa
É largo o abraço na casa modesta
O vento renova a fé e o sorriso
Pela doce presença do espírito amigo

Sinto meu corpo girar feito um catavento
Mistura de cores e dons, de jingas e canções
Quero ver o meu corpo pisar rastreando esse vento
Uma vela içada ao ar marcando esse tempo
(Carol Gualberto)